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People Analytics: Guia para RH Baseado em Dados

Imagine um RH onde as decisões não se baseiam em “achismos”, mas em dados robustos, objetivos e dinâmicos. É nesse cenário que surge o conceito de People Analytics, integrando tecnologia e inteligência de gestão de pessoas em cada etapa do ciclo do colaborador. Vamos caminhar juntos por esse universo, prático, estratégico e, mais do que nunca, necessário para o sucesso organizacional.

O que é People Analytics e como evoluiu a gestão de pessoas?

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O termo não é recente, mas nos últimos anos, deixou de ser tendência para se tornar prática consolidada em grandes empresas e, cada vez mais, em médias e pequenas corporações. People Analytics é o processo de reunir, analisar e interpretar dados sobre pessoas para orientar decisões de gestão. É uma abordagem estruturada que substitui intuição pela inteligência de dados: seja para recrutar, selecionar, engajar ou desenvolver colaboradores.

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Decisões melhores nascem de dados melhores.

 

Essa virada representa uma mudança cultural profunda. Se antes valorizávamos apenas as habilidades técnicas e informações subjetivas, agora entramos na era dos indicadores concretos: padrões de comportamento, alinhamento com valores da empresa, potencial de liderança e engajamento real. Segundo a Fundação Instituto de Administração (FIA), essa abordagem aumenta a assertividade, reduz riscos e contribui para alinhamento de perfil e retenção de talentos.

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People Analytics é só para grandes empresas?

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Definitivamente, não. A democratização do acesso à tecnologia e plataformas amigáveis como a da Grou permite que empresas de diferentes portes adotem esse modelo. O segredo está em saber começar com o que já se tem: informações do RH, histórico de avaliações, taxas de rotatividade, resultados de pesquisa de clima e até feedbacks rotineiros da liderança.

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O que antes parecia restrito a gigantes globais, hoje torna-se realidade em negócios locais, inclusive no contexto brasileiro. O segredo? Um passo após o outro, com orientação prática e o apoio de soluções que integram análise comportamental e inteligência de negócios.

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Quer começar esse movimento? Nosso time pode te ajudar! Clique no botão abaixo e tire todas as suas dúvidas:

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Principais aplicações: da contratação ao desenvolvimento

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A versatilidade do uso dos dados de pessoas impressiona e transforma processos dentro do RH. Selecionamos aqui quatro grandes áreas de impacto direto:

  • Recrutamento e seleção: dados ajudam a identificar os candidatos mais aderentes ao perfil da vaga e cultura da empresa, com menos riscos de seleção equivocada;
  • Engajamento e retenção: mapeamento de motivadores individuais, indicadores de satisfação, alinhamento de propósito e detecção precoce de rotatividade;
  • Desenvolvimento e performance: acompanhamento personalizado do progresso, criação de trilhas de aprendizado e programas de desenvolvimento sob medida;
  • Planejamento de sucessão e liderança: identificação de potenciais líderes, construção de pipeline e planos de carreira baseados em habilidades comportamentais e técnicas.

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O que impressiona, na prática, é como essas iniciativas fazem diferença já nos primeiros meses. Como representantes exclusivos do PDA no Brasil, na Grou testemunhamos empresas reduzindo turnover, acelerando processos seletivos e maximizando o engajamento dos seus times com diagnósticos comportamentais avançados.

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Equipe de RH em reunião avaliando gráficos de dados em computadores

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Vantagens reais: por que adotar Analytics na gestão de pessoas?

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A pergunta se impõe: o que muda objetivamente para quem investe nesse tipo de inteligência? Listamos os benefícios concretos, observados em projetos realizados, seja dentro da Grou ou em estudos nacionais.

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  • Redução de custos: processos seletivos mais enxutos, menor índice de contratação equivocada e menos gastos com reposição e desligamentos.
  • Agilidade nas decisões: tomada de decisão baseada em fatos, não apenas opiniões, acelerando respostas em situações críticas.
  • Personalização da experiência: programas de treinamento, reconhecimento e crescimento focados no que cada colaborador realmente precisa.
  • Aumento do engajamento dos colaboradores: líderes se tornam mais preparados para dar feedbacks assertivos e lidar com o time de forma personalizada.
  • Retenção de talentos: ao identificar sinais precoces de desmotivação ou desalinhamento, é possível agir preventivamente.
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Empresas que usam análise de dados no RH conseguem mapear suas lacunas com mais clareza e, principalmente, corrigir rotas rapidamente. Isso se traduz em equipes mais estáveis, lideranças mais preparadas e melhores índices de satisfação interna.

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Venha conhecer o PDA Assessment, ferramenta líder mundial em análise de dados comportamentais e revolucione o seu RH:

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Etapas práticas para implementar People Analytics no RH

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Apesar de parecer desafiador, tirar projetos de análise de pessoas do papel não exige laboratórios de alta tecnologia. Dentro da Grou, desenvolvemos um passo a passo simples, que se adapta à maturidade de cada organização.

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1. Definição dos objetivos e métricas

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Como em qualquer projeto, o ponto de partida é saber aonde queremos chegar. Desejamos diminuir o turnover? Melhorar a performance de determinada equipe? Reduzir tempo de recrutamento? O segredo está em desenhar métricas claras e alcançáveis.

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  • Tempo de contratação;
  • Índice de rotatividade (turnover);
  • Engajamento via pesquisas internas;
  • Desempenho em avaliações de competências;
  • Taxas de promoção interna;
  • Taxas de absenteísmo;
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Esses indicadores servem de bússola para acompanhar avanços ou identificar necessidades de ajustes ao longo do tempo.

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2. Coleta estruturada dos dados

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Depois dos objetivos definidos, é hora de mapear e reunir as informações necessárias. Hoje, sistemas de gestão (ERP), planilhas, formulários digitais e plataformas de BI ajudam a automatizar essa etapa. O segredo está na padronização: dados bem organizados são a base para qualquer análise confiável.

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Aqui entram as ferramentas da Grou, como o PDA Assessment, que cruzam dados comportamentais, histórico de desempenho e informações sociodemográficas, fornecendo uma visão panorâmica do colaborador e do time como um todo.

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3. Análise dos dados

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Nesse estágio, separa-se o “sinal do ruído”. Utilizamos técnicas estatísticas, relatórios visuais, dashboards e até algoritmos preditivos de machine learning, dependendo da maturidade analítica da empresa. O objetivo: identificar padrões, prever movimentos e apoiar tomadas de decisão mais sólidas.

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Dados sozinhos não dizem nada. O conhecimento nasce da análise correta.

 

4. Interpretação e comunicação dos resultados

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Nem todo mundo é fã de tabelas e gráficos. Por isso, a clareza na apresentação dos achados faz toda a diferença. Explicar os insights de maneira simples ajuda líderes a entender o cenário e agir com mais autonomia. Use storytelling, visualizações fáceis e exemplos do dia a dia – o ganho imediato é ter gestores comprometidos e times mais engajados.

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5. Ação e acompanhamento

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Não adianta só reportar: cada insight deve gerar um plano de ação objetivo. Pode ser uma mudança na forma de seleção, um novo programa de treinamento ou, até mesmo, o redesenho do modelo de remuneração. O acompanhamento é fundamental para garantir que as mudanças tragam o resultado desejado e os próximos ciclos fiquem ainda mais precisos.

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Indicadores práticos: métricas que fazem diferença

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Falamos sobre objetivos e coleta de dados, mas, na prática, quais KPIs fazem sentido para medir resultados na gestão de pessoas? Depende do contexto e do desafio, mas há alguns medidores que funcionam para a maioria das empresas:

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  • Turnover voluntário e involuntário: identifica causas de saída e possibilidades de retenção;
  • Tempo de preenchimento de vaga: revela atrasos e gargalos no processo seletivo;
  • Custo por contratação: soma desde divulgação da vaga até onboarding de novos talentos;
  • Engajamento (eNPS ou pesquisas internas): mostra o nível de satisfação e vínculo do time com a empresa;
  • Produtividade individual e por equipe: relaciona metas e entregas realizadas;
  • Taxa de absenteísmo: aponta problemas de clima, saúde ou insatisfação;
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Nossa experiência mostra que, mesmo indicadores simples, quando acompanhados regularmente, já criam uma cultura de gestão mais consciente, baseada em evidências em vez de impressões.

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Saiba mais sobre como escolher KPIs estratégicos para People Analytics em nosso conteúdo dedicado.

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Painel digital mostrando KPIs de recursos humanos em grandes telas

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Tecnologia como aliada estratégica

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Não dá para falar em análise de pessoas sem mencionar o avanço das ferramentas tecnológicas. Hoje, a combinação entre BI, automação, inteligência artificial e algoritmos de machine learning permite desde dashboards intuitivos até predições sofisticadas.

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Dentro da Grou, buscamos simplificar o acesso à inteligência analítica, integrando sistemas que interpretam desde informações cadastrais até padrões de comportamento e produtividade. A Fundação Instituto de Administração (FIA) reforça que plataformas inovadoras dão suporte a processos mais ágeis, assertivos e menos suscetíveis a vieses humanos – proporcionando desde triagens até planos de desenvolvimento e comunicação personalizada.

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O PDA Assessment, por exemplo, utiliza IA para entregar diagnósticos personalizados de perfil comportamental, facilitando desde a contratação até a promoção de lideranças. Isso permite ações realmente direcionadas, e não generalizações. Além disso, o Grou Academy oferece capacitação contínua em análise de dados, formando líderes e profissionais de RH preparados para uma gestão baseada em evidências.

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Soft skills e o mapeamento comportamental

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Quando falamos de performance e desenvolvimento, o perfil técnico conta muito. Mas, na prática, é o comportamento que define o sucesso na função. Habilidades como colaboração, criatividade, liderança, foco na solução e empatia podem ser mapeadas, mensuradas e treinadas, desde que as ferramentas e os indicadores certos estejam no radar do RH.

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O entendimento sobre soft skills é o diferencial para prever sucesso, encaixe cultural e potencial de evolução dos times. A plataforma da Grou, com sua abordagem all-in-one, permite não só avaliar mas acompanhar, de maneira contínua, como cada colaborador evolui em suas competências humanas.

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Gestão moderna valoriza tanto o comportamento quanto a técnica.

 

Nesse cenário, a mensuração de competências comportamentais revoluciona o RH, tornando-o mais estratégico e conectado às reais demandas do negócio.

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Cases e situações reais do contexto brasileiro

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Um dos nossos parceiros, empresa de médio porte do setor de serviços, vinha enfrentando altas taxas de turnover e processos seletivos longos demais. Após implementarem o PDA Assessment junto a monitoramento dos seus principais indicadores de RH, em menos de seis meses perceberam:

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  • Diminuição de 22% no tempo médio de contratação;
  • Redução do turnover de 36% para 18% em um ano;
  • Melhora significativa nos índices de engajamento medidos via eNPS;
  • Maior segurança dos líderes na hora de promover ou realocar equipes.
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Outro caso, de um grupo educacional nacional, mostra como o mapeamento de soft skills possibilitou a reestruturação dos programas de formação e promoção interna, resultando em times de alta performance e líderes emergentes mais preparados.

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Esses ganhos são apenas uma amostra do potencial de usar tecnologia para capacitar a gestão do capital humano – resultado comprovado tanto em pequenas quanto grandes empresas do Brasil.

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Equipe comemorando prêmio de RH em empresa brasileira

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Perspectivas e tendências para People Analytics no Brasil

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A jornada está apenas começando, mas já visualizamos tendências e movimentos que devem consolidar a análise de pessoas como centro da estratégia de RH:

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  • Expansão do uso de IA e análises preditivas para antecipar riscos e oportunidades;
  • Maior integração entre plataformas: sistemas de recrutamento, treinamento, engajamento e análise comportamental conversando de forma automatizada;
  • Crescimento do apoio ao desenvolvimento de lideranças, com acesso a dados em tempo real e trilhas de capacitação personalizadas;
  • Foco crescente na experiência do colaborador, com dados sendo usados para construir ambientes mais inclusivos, saudáveis e meritocráticos;
  • Prioridade absoluta para privacidade e ética, com RHs cada dia mais atentos à legislação e boas práticas.
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Ao acompanhar avanços nacionais e internacionais, percebemos, na Grou e em nossos parceiros, que a inteligência de dados já é diferencial comprovado nos resultados de médio e longo prazo. Lideranças mais estratégicas e colaboradores mais realizados são um reflexo direto desse novo modo de entender e gerir pessoas.

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Se deseja aprofundar, sugerimos nossos conteúdos sobre impacto da análise de dados na gestão de pessoas e uso de People Analytics para recrutamento e seleção.

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Como a Grou impulsiona resultados com People Analytics

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Ao longo da nossa experiência como HR Tech exclusiva do PDA no Brasil, aprendemos que a diferença está na combinação entre metodologia, cultura de dados e tecnologia inovadora. Entregamos:

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  • Diagnóstico comportamental detalhado com o PDA Assessment;
  • Plataforma all-in-one para mapear, analisar e desenvolver soft skills;
  • Apoio consultivo para definição de indicadores, construção de governança de dados e disseminação da cultura de analytics;
  • Capacitação contínua com Grou Academy, formando times de RH cada vez mais preparados;
  • Cases e benchmarks do contexto brasileiro, conectando teoria e prática.
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Combinar dados, tecnologia e propósito faz toda a diferença.

 

Conclusão

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Estamos diante de uma nova era para o setor de pessoas. Ao integrar análise preditiva, mapeamento de perfil e KPIs claros, conseguimos transformar o RH em protagonista de resultados, não apenas suporte operacional. People Analytics não é sobre tecnologia apenas: é sobre dar sentido aos dados para gerar crescimento sustentável. Recrutamentos mais precisos, desenvolvimento alinhado com as necessidades reais e time engajado são frutos naturais desse caminho.

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Se a sua organização deseja sair na frente, impulsionando performance, engajamento e retenção através de inteligência comportamental e dados, convidamos você a conversar com nosso time e descobrir como nossas soluções podem revolucionar o RH da sua empresa.

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Perguntas frequentes sobre People Analytics

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O que é People Analytics no RH?

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People Analytics é a área que reúne, organiza e analisa dados a respeito de pessoas na empresa para apoiar decisões relativas à gestão de talentos, seleção, desenvolvimento, retenção e engajamento. Ele substitui decisões baseadas apenas na intuição por uma abordagem baseada em resultados concretos, garantindo mais clareza e segurança.

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Como implementar People Analytics na empresa?

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O primeiro passo é definir objetivos claros (por exemplo: reduzir turnover, melhorar a seleção, etc), escolher métricas relevantes e captar dados estruturados sobre o time. Depois, é necessário contar com ferramentas que ajudem a analisar essas informações (sistemas de BI, softwares de RH, plataformas como a Grou), interpretar os resultados e, por fim, monitorar planos de ação em ciclos contínuos.

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Quais os benefícios do People Analytics?

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Entre os principais benefícios estão maior assertividade em processos seletivos, redução de custos com turnover, agilidade na tomada de decisão, retenção dos melhores talentos, personalização do desenvolvimento e aumento do engajamento. Além disso, confere ao RH status de área estratégica e fortalece a cultura de meritocracia.

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People Analytics é difícil de usar?

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Não, especialmente com o avanço das tecnologias e o apoio de consultorias e plataformas modernas como a da Grou. Basta começar de forma simples, com métricas básicas, e ir amadurecendo o processo conforme a equipe se desenvolve e percebe os ganhos práticos no dia a dia.

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Vale a pena investir em People Analytics?

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Sim. Os resultados em redução de custos, melhoria na retenção, ganho de competitividade e desenvolvimento dos colaboradores compensam o investimento, trazendo mais segurança e dados valiosos para a tomada de decisão. Cada vez mais empresas brasileiras relatam ganhos consistentes, consolidando People Analytics como ferramenta estratégica de RH.

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